quinta-feira, abril 30, 2015

Diário de Férias - Dias 6, 7 e 8 - O dolce far niente

Esses dias foram ao mesmo tempo corridos e parados, por conta da cirurgia refrativa que fiz. Longos períodos de nada a fazer, a não ser ficar deitada com os olhos em brasa, intercalados pela correria pra chegar no hospital, pra voltar do hospital, pra voltar pro hospital por causa do retorno pós-operatório.
Por ter nascido com a melhor mãe do mundo é que tudo deu certo. Se não fosse por ela vir cuidar de mim - e do meu filho - nem sei o que aconteceria. Brigado, mãe. Tô até perdoando a senhora por ficar com a minha cama e eu ter que dormir no sofá.
Antes das férias, estava decidida a reler toda a saga Harry Potter. O ócio me mordeu com força e acabei me decidindo pela versão resumida dos filmes, já tô no antepenúltimo. Preguiça define - porque, se não fosse um ou outro cochilo ocasional no meio dos filmes, me obrigando a voltar a barra de reprodução do Netflix, eu já teria terminado toda a saga cinematográfica.
Afora isso, estou correndo pra resolver tudo que ficou pra trás na última semana, pra garantir uma última semana de férias verdadeiramente vacation-like: sem fazer absolutamente NADA. Essa atitude tem me levado a precisar de mais e mais caronas por parte do meu pai - melhor trabalhar num bom presente em agosto.
De dia das mães, ganhei uma capinha pro celular (presente típico de criança de 12 anos) e a novidade de que meu filho está namorando (presenta não tão típico da faixa etária dele).Estou balançando entre a felicidade que é vê-lo feliz e o meu próprio azedume pós-término. Ainda bem que o médico não me proibiu de tomar cerveja.

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